terça-feira, 2 de março de 2010

Ilustração para a revista SAX.
O tema é a questão dos direitos civis na era Obama, e diz respeito ao grupo formado por lésbicas e gays que não se vêem representados pelo novo presidente norte-americano, pelo menos na legislação, porque no discurso, as coisas não mudaram tão radicalmente como se pretendia durante a campanha do então candidato democrata.
Parti do esboço, e estava claro desde o princípio o foco na sexualidade, e imaginei um jogo de cartas onde a rainha e o rei também tinham suas versões GLs.
No esboço, a figura do soldado feminino empunhava um rifle, e no canto inferior da ilustração, atrás da carta, o famoso cemitério do soldado americano. Ambos os elementos foram postos de lado, para enfatizar mais o lado humano, e creio que ficou melhor assim, porque a matéria não abordava a questão da guerra no Iraque (e outras operações militares americanas em solo estrangeiro) o suficiente, para exigir tais detalhes na arte.
Logo, ficou claro que o termo WE CAN não se aplicava a todos, e então, tive a idéia de inserir o CAN WE? com a mesma fonte usada na campanha eleitoral.
As etnias estão representadas também, então, não há espaço para exclusões.
A arte sofreu ligeiras modificações na versão final, mas aqui é possível ver como ela foi entregue.

Essa ilustração, também para a revista SAX, foi toda feita em Illustrator, assim como a anterior. Nada de Photoshop, a não ser para criar os jpgs aqui expostos.
O tema desta vez era "A Família", uma espécie de organização secreta americana. Um assunto interessante que misturava religião, sexo, poder, dinheiro, e muita política.
Revista Mundo OK, dirigida para o bairro oriental da Liberdade, e para a comunidade nipônica em outros bairros de São Paulo/SP.
Além de criar o logotipo, fui o responsável por criar o projeto gráfico, editar a arte e finalizar para o bureau, para os dois primeiros números. Depois, a equipe da editora ZN prosseguiu.
Capa para o DVD de um documentário sobre a construção de Israel.
Uma compilação dos filmes mudos da década de 1920, originalmente produzidos, fotografados e dirigidos pelo cineasta pioneiro, Ya'akov Ben Dov.
Produzido para SYNCRONIA, em 2007.
Cliente: Centro da Cultura Judaica
Foto: KS
Estação da Luz. Finalzinho da tarde, clima ameno com vento leve, e esse céu que ajudou a minha câmera de celular (1.3 mp) a registrar esse exato momento em que as luzes começaram a acender no lado de fora do prédio.
Quando tiver uma câmera melhor, farei mais registros como esse.
Estas são algumas revistas da época em que trabalhei na Editora Camelot, por volta de 1999.
Produtividade acelerada, busca pela qualidade constante e convívio com profissionais gabaritados...
excelente fase de aprendizado dentro do ritmo alucinante de se lançar títulos consagrados por uma nova editora.
Projeto de uma nova HERÓI (ainda na época do acento agudo). A versão final teve LOST na capa, e uma parte do conteúdo teve minha arte finalizada na própria redação da revista, agora pela Futuro Comunicações.
CLUBE, ou melhor, "clube", tudo em letras minúsculas.
Esse título também é resultado de um bom bate-papo com o meu velho chapa, o jornalista Pablo Miyazawa, hoje na conceituada Rolling Stone (brasileira, e quem sabe em breve, na gringa).
O projeto foi bolado pelo Pablo, que era o editor na Conrad, e na época, foi requisitado um novo produto visando um público diferente, que andava meio esquecido no mercado editorial de seriadas, e chegou-se a esse nome
clube, que tem tudo a ver com exclusividade: é a revista para o irmão mais novo do leitor da Nintendo World.
E como o nosso prazo era curto, precisávamos elaborar o boneco de uma minirevista para meninos na faixa dos 7 até os 12 anos. O formato era um grande barato, além de ter custo mais baixo, cabia no bolso, tanto da camisa quanto da calça, e tinha fácil leitura, pois o texto era objetivo, claro, adequado para essa faixa etária, e possuía um visual bem ao gosto da pivetada.
Imagens de videogames, desenhos animados, jogos, esportes, bugigangas, brinquedos... tudo o que nós, quando pequenos, gostaríamos de ver nas bancas e em nossas mãos.
E como a febre do momento era Harry Potter, lá estava o bruxinho nas capas, tanto da edição normal, quanto da especial, um pouquinho maior.